MAIS UMA TRADIÇÃO DE NATAL


Todo ano a expectativa é igual. É só chegar meados de novembro que a mídia começa a especular como será o comercial de Natal das  lojas de departamento e dos supermercados. É isso mesmo ! - comercial de Natal na TV é uma tradição de final de ano por aqui. Eles são sempre aguardados com ansiedade, vistos e comentados. O meu favorito é esse aí debaixo, da loja Marks & Spencer (M&S para os íntimos ), que parece que agradou mesmo esse ano. Também o departamento de marketing investiu pesado:  o comercial resgata a fábula de Alice no País das Maravilhas, numa produção de mais de dois minutos (uma eternidade na TV né?), estrelado pela top model Rosie Huntington-Whiteley e que tem, de quebra, a presença da atriz Helena Bonham-Carter. É bacana mesmo e parece ter agradado, mas as vendas da M&S continuam despencando, segundo revista Creative Review.  Veja o comercial aqui:




SOTAQUE E PRECONCEITO INGLATERRA


Eu já tinha comentado nesse post aqui que existe uma certa rivalidade entre o Norte e o Sul da Inglaterra -  acirrado pelo fato de o pessoal do Sul se julgar mais sofisticado e achar que os moradores do norte são barulhentos, toscos e não falam o proper English - aquele inglês elegante dos aristocratas ou bem nascidos. Bem, agora uma colunista de economia da BBC vem a público denunciar que esse preconceito existe sim - não é lenda urbana. 

Stephanie McGovern, 31 anos, afirma que tem sido discriminada -  tanto por colegas de trabalho como por alguns telespectadores - por causa de seu forte sotaque do norte do país. Em recente entrevista à Radio Times ela lamentou que apesar de sua experiência de mais de 10 anos como jornalista na televisão, ela é vista, por muita gente, como "too common" para a televisão. Stephanie apresenta o matinal Business Breakfast na BBC.

Esse preconceito faz parte de um comportamento enraizado na alma inglesa - a Inglaterra é um país onde a classe social de uma pessoa é identificada no momento em que ela abre a boca e pronuncia a mais prosaica das frases - assunto que já expliquei melhor aqui

BRASIL NA MÍDIA INGLESA


E o Brasil continua chamando a atenção da mídia inglesa. O site do jornal The Oberver que traz, a cada domingo, uma galeria das fotos que marcaram a semana no mundo, escolheu nada menos que três imagens sobre as manifestaçōes populares no Brasil dos último dias. 


Manifestação no Rio, em foto da Agência Estado, faz parte da galeria da semana do The Observer

E o site do jornal The Guardian publica hoje uma longa matéria intitulada The changing face of global protest ("A nova face do protesto globalizado"), em que analisa a participação crescente de jovens em diferentes partes do mundo (como no Brasil e Istambul) em mobilizaçōes contra os respectivos governos.

VOGUE LANÇA REVISTA PARA ADOLESCENTES


Tem nova revista no disputado mercado editorial britânico: é a "Miss Vogue",  produzida pelo mesmo time da Vogue UK. A publicação visa atingir um público de cerca de 7.5 milhōes de adolescentes, que têm um poder de consumo de 7 bilhōes de libras por ano. Na capa da primeira edição está a momento sensação do momento, a inglesa Cara Delevinge, que esteve recentemente no Brasil, participando do Fashion Rio.

As 124 páginas da revista trazem matérias sobre 21 ídolos de estilo com menos de 21 anos; entrevistas como as com a modelo Pixie Gelford e o estilista Henry Holland; e festas badaladas ao redor do mundo.

ENTREVISTA SOBRE POR AÍ NA INGLATERRA


O Por aí, na Inglaterra está ficando famoso! Saiu no blog GF Soluçōes, do Gustavo Franco, consultor de criação e desenvolvimento de sites e blogs. Foi assim: dei uma entrevista para ele sobre a minha experiência com o blog, meu processo de criação de posts, relacionamento com os leitores, a fanpage do blog no Facebook, entre outros assuntos. O Gustavo é um craque na blogosfera e a entrevista ficou bem bacana. Para ler a matéria, clique aqui

CELULARES NA INGLATERRA


Nada me irrita mais no Brasil do que as tarifas abusivas das empresas de telefonia móvel. Segundo dados da ONU,  o preço da ligação de celular no nosso país é o mais caro do mundo. Além de pagar um preço inacreditável por minuto em cada ligação, a burocracia no atendimento é outro escândalo. Quem nunca sofreu numa fila interminável em uma loja da Claro, Tim, Oi, Vivo etc? Ou pior ainda, ficou uma eternidade aguardando atendimento por telefone? Na Inglaterra é tudo beeeeeeem diferente. 

T- Mobile, Vodaphone, Orange e Virgin Mobile são algumas das operadoras de telefonia na Inglaterra. O atendimento é rápido e eficiente, as opçōes de celulares e planos são inúmeros, os preços dos aparelhos justos e a tarifa não é abusiva. Falo por experiência própria. Para vocês terem uma idéia do que eu estou falando: para quem não quer gastar muito, a melhor opção é escolher um 'pay as you go' (PAYG), que é o nosso pré-pago, que oferece planos em que um celular simplezinho pode custar apenas 10 libras (cerca de 30 reais). Mas para quem não dispensa  um modelito moderninho, um plano com IPhone 5 custa 25 libras pelo celular (75 reais!) e a partir de 35 libras (105 reais) pelo plano. (Para quem quiser comparar com os preços proibitivos no Brasil, pode ler essa matéria aqui e aqui. )





Outra diferença: quando você decide, por qualquer razão, cancelar o seu plano, mudar de companhia ou reclamar de algum problema, não precisa se estressar, entrar em filas na loja, ou gastar horas no telefone, para no fim nada dar certo.  Você é bem atendido e sua solicitação, reclamação ou seja lá o que for é resolvida em pouco tempo.

HUGH GRANT LUTA PELO CONTROLE DA MÍDIA


Ele ficou mundialmente conhecido por sua participação em comédias românticas irrelevantes, em que invariavelmente representa o inglês com um charme meio pateta e que sempre acaba fisgando a mocinha. Mas, na vida real, Hugh Grant tem assumido um papel bem diferente: ele é um dos mais ativos membros do grupo 'Hacked Off ', que luta pela regulamentação da mídia na Inglaterra. O ator foi uma das vítimas do escândalo que sacudiu o país no ano passado, quando foi revelado que o tablóide News of The World, de propriedade do magnata do setor das comunicaçōes Rupert Murdoch, grampeava os celulares de cerca de 4 mil pessoas, especialmente celebridades e figuras públicas. Entre as vítimas, além de Hugh, os atores Jude Law e Sienna Miller, o prefeito de Londres Boris Johnson, e o cantor George Michael, entre milhares de outros. Em tempo: 'Hacked Off' é uma gíria que pode ser traduzida por algo como 'Estou p. com jornalistas!'


De lá para cá, uma investigação do caso provocou a demissão de super poderosos executivos da mídia (entre elas a chefona do tablóide Rebekah Brooks) e do chefe da Scotland Yard - todos envolvidos no escândalo. Hoje se sabe que o esquema de grampo do News of The World era protegido por uma rede de interesses e troca de favores entre jornalistas e policiais. Até o primeiro-minstro David Cameron saiu chamuscado: além de ser amigo íntimo dos executivos do jornal, seu ex-porta-voz Andy Coulson foi indiciado por participação no caso. O tablóide, um dos mais antigos da Inglaterra, e que vendia cerca de 2.8 milhōes de cópias por semana, foi fechado por decisão do próprio Murdoch. Fim do jornal que, por sua predileção por escândalos, era conhecido pelo apelido de 'News of The Screws'.


Murdoch e Rebekah

Hugh Grant, além de processar o jornal, resolveu arregaçar as mangas e tem, nos últimos 18 meses, usado sua imagem e popularidade para pressionar o governo a  estabelecer políticas de controle da mídia. Ontem, o Channel 4 exibiu o documentário ' Hugh Grant: Taking on The Tabloids ', em que o ator mostra como, nos últimos 18 meses, tem batalhado pela causa. Enquanto isso, Lord Justice Leviston - que ocupa o mais alto cargo da Justiça no país - acabou de concluir um gigantesco relatório de cerca de 2 mil páginas em que apresenta suas recomendaçōes de controle do setor.

A mídia obviamente não deseja controle algum, quer continuar com a liberdade de sempre e com o privilégio de auto-controlar seu próprio desempenho. Mas foi essa liberdade que resultou, no caso do News of The World, numa imperdoável e absurda invasão da privacidade alheia, com o único objetivo de coletar informaçōes para produção de matérias sensacionalistas que vendem milhōes de exemplares. Esse impasse parece longe de terminar...

JORNAL INGLÊS CELEBRA RIO


Desde julho, quando o Rio assumiu oficialmente a responsabilidade de sediar a tocha olímpica, os jornais ingleses têm regularmente publicado matérias sobre a cidade. Ontem foi a vez do The Guardian, que dedicou 25 páginas de um caderno especial sobre o Rio. De acordo com a publicação, a cidade passa por um verdadeiro 'renascimento' econômico-cultural e o mundo pode esperar uma grande festa em 2016.

O suplemento - em parceria com o The Report Company -  fez um perfil econômico da cidade, analisando os projetos de energia, segurança pública, inclusão social e desenvolvimento sustentável. O jornal entrevistou ainda empresários, políticos e estrangeiros que conduzem negócios na cidade.

Segundo a publicação, o Rio está em sua melhor fase, com uma renovado impulso na auto-estima. O The Guardian acredita que a cidade está superando o restrito esteriótipo de terra de praia/samba e pronta para se firmar como destino de investimentos internacionais. Como o Rio está conseguindo isso? Por meio de muita criatividade, determinação e um elemento que o jornal confessa dificuldade de definir - a nossa brasilidade.

JORNAL DOS SEM-TETO GANHA VERSÃO DIGITAL


Manchester, no norte da Inglaterra, está lançando um projeto editorial inédito no mundo: a partir de hoje, estará sendo vendido nas ruas da cidade o primeiro jornal de moradores de rua em versão digital. Trata-se do  Big Issue, produzido por jornalistas, mas comercializado somente por moradores de rua no país, que compram cada exemplar por uma libra e vendem por 2 duas. O projeto, que oferece a cerca de 3 mil pessoas sem teto na Inglaterra a oportunidade de conseguir uma renda é um sucesso na Inglaterra e deu origem a vários projetos semelhantes, em várias cidades do mundo (inclusive no Brasil). Agora, com a versão digital, o Big Issue pretender dar um passo a frente.
 
Jornal agora também em versão digital
Os moradores de rua que vendem o jornal vão oferecer às pessoas a opção de comprarem um cartão, com um código que pode ser escaneado pelo celular e  bingo!, a versão digital pode ser facilmente acessada. Segundo Caroline Price, diretora da publicação, a inovação não pretende substituir a versão impressa, apenas oferecer aos leitores a possibilidade de escolher a maneira mais conveniente de como eles desejam ler o jornal. O projeto começa com o Big Issue North, que traz notícias especialmente sobre a região norte do país.


REVISTAS FEMININAS NA INGLATERRA


A variedade de revistas femininas à venda aqui na Inglaterra é imensa e cada publicação tem o seu nicho bem definido - ou seja: conhece bem o grupo de mulheres que pretende atingir. Como eu compro e leio muitas - mas muitas revistas mesmo -, resolvi fazer um balanço informal sobre algumas dessas publicações e dividir minhas impressões com vocês.

Uma revista que tem uma proposta bem bacana é a Company, dirigida às muito jovens (que acabaram de sair da adolescência, tipo 18, 19 e vinte e pouquinhos anos) e são (ou desejam ser) muito estilosas.


Company: para a jovem descolada
A revista, mensal, não tem medo de inovar e investe na colaboração com as leitoras. Em outubro, a revista foi toda editada por um grupo de leitoras, que mexeu em tudo, mudando colunas de lugar e criando novas seções. A Company oferece um pouco de tudo: muita moda e beleza, novos talentos na música que as leitoras precisam conhecer, matérias sobre relacionamento e trabalho, dicas de decoração (para quem mora sozinha, como a maioria absoluta das leitoras), viagens descoladas.

A Glamour, que agora também tem a versão brasileira, é dirigida para a irmã um pouquinho mais velha da leitora  da Company - que está lá na faixa dos vinte e poucos anos. É a revista feminina que mais vende no país, com uma circulação espetacular de meio milhão de exemplares só no primeiro semestre de 2012, segundo a organização ABC (Audit Bureau of Circulations), que avalia o desempenho da mídia no país. A Glamour aposta naquela mistura que a gente já conhece: moda, beleza, artigos sobre relacionamento, carreira e lazer.
 

Look: foco na moda

As revistas Look e Grazia são para quem está na mesma faixa etária - 20 e poucos anos. A diferença é que o foco absoluto é moda super prática para quem não pode gastar muito, mas não dispensa estilo. A idéia é interessante: são inúmeros editoriais de moda, mostrando as combinações de roupas que as leitoras podem fazer usando as novidades que estão nas araras das lojas naquela semana (ambas as publicações tem periodicidade semanal). Não há matérias sobre outros assuntos - têm sim uma pitada de matérias sobre celebridades, mas sempre puxando para o ângulo do estilo, tipo ´descubra o que a atriz tal estava usando no red carpet´. Ou seja, evitam dar uma de revista Caras.


Para as leitoras na faixa dos 30/40 anos, interessadas em glamour e sofisticação, existem as tradicionais Vogue, Elle e Bazzar - irmãs das publicações brasileiras. Na onda do street look, a Vogue publica na sua edição online as roupas que suas editoras usam no dia a dia trabalhar. A idéia é: se a editora usa, eu, leitora, também posso e devo usar. Mas aí você confere os créditos da foto e percebe que essas jornalistas só vestem Versace, Chanel e Dior.

Se estilo com glamour sai muito caro, vamos cair na realidade da nosso minguada conta bancária e sonhar com as sugestões de modelitos e produtos de maquiagem que a Marie Claire ou a InStyle apresentam. Quer algo um pouco mais papo-cabeça ? A revista Red traz matérias bem bacanas sobre comportamento que faz você se sentir inteligente e de bem consigo mesma - afinal você ocupa a sua mente com outras coisas além de moda e beleza, não é mesmo?

Tatler: lifestyle dos ricos e aristocratas.
Aqui, Pippa, irmã
de Kate, na capa. Nem ouse perguntar 'Pippa who??'
A revista é para chiques e
sofisticados

Quer refletir, mas sobre sexo? O caminho é o mesmo do Brasil, compre uma Cosmopolitan, a Nova inglesa, que sempre dicas de como enlouquecer um homem na cama, ou como fazer para apimentar a relação - ou tudo isso junto. Algo beeem mais classudo oferece a Tatler, revista sobre os ricos e muito ricos - ou não tão ricos assim, mas aristocratas. A revista sabe que você gostaria de espiar o que eles estão fazendo (mas talvez tenha vergonha de confessar). Não se preocupe, a Tatler te mostra como sua vida é comunzinha e sem graça...

E as leitoras maduras, tipo leitora-mãe-ou-avó, aquelas que ainda se interessam (ou deveriam estar interessadas, segundo a opinião dos editores) em aprender como fazer um almoço diferente no domingo? Ah, essas existem e compram a Woman & Home ou a Good Housekeeping.



Capa da Goodhousekeeping:
fora dos padrões

Essa última, verdade seja dita, inovou bastante na capa da última edição, com uma covergirl totalmente fora dos padrões de beleza: a comediante Miranda Harta, que é hilária, mas não tem nada de Giselle...

E mais um dado: quem apostava que a Internet iria condenar as revistas impressas à uma morte rápida e inevitável se deu mal. Uma pesquisa recente na agência Deloitte revelou que 88% dos leitores desse tipo de publicação preferem, aqui no Reino Unido, ler as matérias no papel, ao invés de por meio de uma tela de computador.

AS DUAS KATES ADORADAS PELOS INGLESES

As duas se chamam Kate, são jovens, bonitas e absolutamente adoradas na Inglaterra. Estou falando da top model Kate Moss e da duquesa de Cambridge, Kate Middleton.

Kate Moss pode ser vista em todas as
revistas de moda de junho em campanha
para a Dior

Kate Moss celebra uma carreira de mais de 20 anos, na qual já fez campanhas para todos os estilistas de prestígio do mundo, como Gucci, Docle & Gabana, Channel e Calvin Klein, entre outros, e trabalhou com os melhores fotógrafos do setor - entre eles Mario Testino e Peter Lindbergh. Conhecida por adorar uma festa, a modelo namorou os atores Jonnhy Depp e Jude Law, mas parece que se aquietou desde que se casou, ano passado, com o músico Jamie Hince. Aos 37 anos, Kate ainda é uma das modelos mais bem pagas do mundo, mas tem diversificado seu trabalho, lançando uma linha de roupas em parceria com a Top Shop e batons com a Rimmel.

Modelitos que Kate vestiu nas festas
do Jubileu da Rainha foram analisados
em todos os detalhes pela mídia

Mais jovem (29 anos), Kate Middleton está diariamente nos jornais do país. A queridinha do público e da mídia inglesa comemorou recentemente um ano de casório com o ex-bonitão príncipe William (o posto agora é do caçula Harry). Depois do sucesso da escolha do vestido de noiva (criação de Sarah Burton, da maison Alexander McQueen, Kate se tornou inspiração de moda de toda jovem inglesa - tudo que ela veste é super fotografado, analisado, copiado e vendido alguns dias depois nas lojas do país.

MAIOR WI-FI GRÁTIS DA EUROPA

Para a maioria dos internautas, não há nada pior do que não conseguir conexão de Internet quando mais se precisa dela. Para evitar que isso aconteça aos cerca de um milhão de turistas que circulam dariamente na região que compreende Westminster, Kensington and Chelsea, em Londres, a operadora O2, filial da Telefônica na Grã-Bretanha e na Irlanda, vai fazer da área a maior zona de conexão de internet grátis em toda a Europa.

A iniciativa é especialmente bem vinda com a proximidade das Olimpíadas, em julho -  vai ser ainda mais fácil partilhar fotos e novidades sobre os Jogos através das redes online. A instalação da rede wi-fi começa ainda este mês.

SEXY DEMAIS PARA O ÔNIBUS

Um anúncio de lingerie da loja Marks & Spencer foi banido dos ônibus vermelhinhos de dois andares – os double-deckers – que circulam na Inglaterra. 

A foto banida
Consumidores deram queixa à ASA - Advertising Standards Authority -, associação que regula a publicidade no país, alegando que uma das fotos da campanha era "socialmente irresponsável". Ou seja: apresentava uma natureza muito sexual, portanto inapropriada para ser divulgada no ônibus, onde poderia ser vista por crianças.

Foi o que bastou para a polêmica. A loja rebateu a denúncia. Para a M&S, a imagem não é ofensiva. Mas não convenceu e, pelo menos por enquanto, a foto foi banida.

O interessante é que basta apenas uma denúncia à ASA, feita por qualquer cidadão, para que - caso seja julgada procedente - uma propaganda seja banida. No caso da lingerie, foram 12 pessoas reclamando!




Não é a primeira vez: há poucas semanas um anúncio de desodorante (esse aí do lado) também foi banido pelo mesmo motivo: sexy demais.