ARENA BASQUETE NÃO VAI PARA O RIO


A arena temporária de basketball e handball  - um projeto de 42 milhões de libras, que abrigava 12 mil espectadores por jogo durante as Olimpíadas de Londres - está sendo desmontada e não será despachada, como previsto inicialmente, para o Rio de Janeiro. Um projeto previa que a estrutura gigantesca seria utilizada nos Jogos Olímpicos de 2016. Porém a idéia desandou.

Houve um desentendimento entre Rio e Londres sobre a escolha da companhia que despacharia a estrutura. Resultado: a arena está sendo desmontada, mas vai ser armazenada num galpão, esperando um comprador. "Um verdadeiro elefante branco", nas palavras do The Guardian. Os leitores do jornal fazem coro: "Desperdício", "Absurdo" - acrescentam.  

Arena está sendo desmonrtada

Outras estruturas que foram especialmente montadas para os Jogos de 2012 estão vazias e sem utilização: o parque aquático Zaha Hadid (investimento de 260 milhões de libras), por exemplo, foi desativado. Mas o governo garante que vai ser reaberto na primavera de 2014, depois de passar por uma renovação que prevê espaço de lazer para idosos e área para quem deseja aprender a nadar.

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Quem está em Londres aproveitando os Jogos Olímpicos não pode deixar de comprar uma lembrancinha do evento. Camisetas, bonés e imãs de geladeira são super populares, mas se você está procurando por algo diferente, aqui vão duas sugestões.


Abridor que é uma medalha

Um abridor de garrafa no formato de uma medalha olímpica (cerca de 10 libras) e um brinquedo que está fazendo muito sucesso entre a criançada inglesa: o Scalextric Velodrome  - um circuito com dois ciclistas  competindo (com o uniforme do time britânico, é claro !). Mais salgadinho: custa cerca de 70 libras. 

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Exatamente agora, às 8h da manhã, sinos estão soando durante três minutos, em todo o Reino Unido, para celebrar o início dos Jogos Olimpícos. Sinos de todos os tamanhos e potência - desde aqueles enormes de catedrais até pequeninos instalados em bicicletas - estão participando da performance, batizada de Work 1197 e organizada pelo músico Martin Creed.

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Os atletas britânicos participando dos Jogos Olímpicos são muito paparicados pela mídia, é claro. Mas alguns estão na categoria pop stars -  aqueles cujas performances devem garantir medalhas de ouro. Fique de olho neles:

Cavendish: esperança britânica do ouro

  • Mark Cavendish, ciclista, é queridinho do público. Vencedor do prêmio Personalidade Esportiva de 2011, concedido pela BBC, ele vai mostra tudo que sabe no sábado, às 10 da manhã (horário Londres).



O Andy Murray você conhece - ele acabou de jogar a final de tênis de Wimbledon. Não venceu (perdeu para o Federer), mas continua fazendo a alegria da torcida. Domingo, às 2 da tarde (horário Londres).

Jessica: beleza e performance

Jessica Ennis é a musa da delegação britânica. Atleta do heptatlo - modalidade olímpica feminina que consiste em sete provas de atletismo - , ela não pode participar dos Jogos em Pequim, em 2008, por causa de uma contusão e agora vem com tudo. Dia 4, às 8h35 da manhã (horário Londres).

Campeão mundial dos 5 mil metros, Mo Farah compete no Olympic Stadium no sábado, dia 11, às 19h30 (horário Londres). Já os irmãos Alistair e Jonathan Brownlee, do triatlon, são os favoritos para conquistarem as medalhas de ouro e prata. No dia 7, às 11h30 da manhã, no lindo Hyde Park.

Rebecca quer repetir Pequim

A nadadora Rebecca Adlington, dos 800 metros, promete repetir o sucesso dos Jogos de Pequim, quando se consagrou campeã olímpica nos 400 m e 800 m. No dia 3, às 19h45.

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Inspirada pelo espírito Olímpico, a artista plástica Sarah Butterfield inaugurou essa semana a exibição "Visions of Gold", em que enfoca a determinação e disciplina de atletas anônimos em busca de perfeição. Ela mesma uma jogadora de tênis, Sarah viajou pelos quatro cantos da Inglaterra para retratar imagens de velejadores, corredores, nadadores, entre outros esportistas. 

Segundo Sebastian Coe, presidente do comitê organizador das Olimpíadas, a artista conseguiu "capturar com perfeição a excitação bruta do atleta que procura ultrapassar seus próprios limites".  A mostra está na Omell Gallery, na 6 Duke Street, em St James.

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 Rota Olímpica: problemas
Nas suas mãos está a maior responsabilidade do ano no país, mas Sebastian Coe, presidente do comitê organizador das Olimpíadas, não é de se apavorar. Medalhista olímpico (4 medalhas em 1980 e 1984), ele está acostumado a viver sob pressão.
A três dias da cerimônia de abertura de cerimônia do evento, Coe explica que sente uma expectativa que pode ser comparada à chegada do Cometa Halley - "tudo precisa estar alinhado para dar certo".

Mas por enquanto o alinhamento não está tão perfeito, o que tem gerado algumas dores de cabeça. A principal: os GPS especiais instalados nos cerca de 4 mil BMWs que transportarm as delegações não estão funcionando como esperado. O dispositivo que aponta a via especial a ser utilizada somente por esses veículos (chamada de Rota Olímpica) tem falhado e os motoristas acabam se perdendo nas ruas da cidade.

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A maratonista Paula:  um pouquinho de superstição
não faz mal

A gente imagina que todos aqueles treinos e anos de prática seriam suficientes. Mas na hora de conquistar uma medalha, as atletas ingleses se mostram tão humanos como nós e também recorrem a uma simpatia.

A jogadora de hockey Alex Danson confessa acreditar que girar o seu bastão 15 vezes para o lado esquerdo antes da competição traz um pouquinho de sorte na hora do vamos ver. Hannah England não deixa de correr os 1500 m sem sua meia cor-de-rosa e a maratonista Paula Radcliffe usa o mesmo anel e pulseira em todas as corridas. Já a nadadora Katie Skelton faz um singelo, mas, segundo ela, poderoso ritual com seu técnico: eles colocam as mãos no coração da atleta minutos antes da prova.

SINOS PARA CELEBRAR AS OLIMPÍADAS




Quem estiver na Inglaterra, não vai precisar de despertador para acordar no dia 27, quando sinos vão soar durante três minutos, a partir das 8 da manhã, para celebrar o início das Olimpíadas. Sinos de todos os tamanhos e potência - desde aqueles enormes de catedrais até pequeninos instalados em bicicletas - vão participar da performance, batizada de Work 1197 e organizada pelo músico Martin Creed.

À ESPERA DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES


Na Inglaterra todo mundo o conhece e o chama pelo apelido: Seb. Nas suas mãos está a maior responsabilidade do ano no país; e ele sabe disso. Mas Sebastian Coe, presidente do comitê organizador das Olimpíadas de 2012, não é de se apavorar. Medalhista olímpico (4 medalhas em 1980 e 1984), ele parece estar acostumado a viver sob pressão.
Coe: grande expectativa

A exatos seis meses da abertura de cerimônia do evento, Coe, numa recente entrevista ao jornal The Guardian, disse que sente uma expectativa que pode ser comparada à chegada do Cometa Halley - "tudo precisa estar alinhado para dar certo".

Londres espera receber cerca de três milhões de turistas a mais no ano que vem - 450 mil apenas durante os 15 dias de competições, o que deve gerar um ganho estimado de R$ 5 bilhões para a economia britânica. As lojas do país estão preparadas para receber os turistas - souvenirs de todos os tipos já podem ser vistos nas vitrines.

Lembrancinhas das Olimpíadas já são vendidas em muitas lojas