PROGRAMAÇÃO CULTURAL INGLATERRA 2015


Escrevi esse post pensando em todos que estão planejando uma viagem para a Inglaterra esse ano.  A programação cultural está espetacular : há muitas exposiçōes, peças de teatro, espetáculos de dança e musicais que a mídia considera imperdíveis.

ARTE

1. A exibição que eu não vou perder por nada desse mundo acontece na Tate Liverpool a partir de 30 de junho ( até 18 de outubro) é " Blind Spots ", com obras de Jackson Pollock, um dos mais geniais artistas do século XX. Referência mundial no movimento expressionista-abstrato, Pollock  (1912/1956) desenvolveu uma técnica em que respingava a tinta sobre suas imensas telas - a imagem aí de cima é de uma de suas obras : "  Yellow Islands", de 1952. 


Rubens: Pan and Syrinx (1617)

2. Mas quem quiser conferir uma super mostra não precisa esperar tanto. Uma das mais importantes exposiçōes do ano já está acontecendo na Royal Academy (Londres):  "Rubens and his legacy"  reúne obras do mestre holandês e de outros artistas geniais que foram influenciados por ele, como Cézanne, Picasso e Rembrandt. Segundo o jornal The Telegrapha exposição,  é absolutamente "fascinante". Até 10 de abril.

3. A Tate Modern - também em Londres - vai reunir obras da artista Sonia Delaunay, uma das figuras-chave do movimento avant-garde do início do século XX. De 5 de abril até 9 de agosto. 

4. Essa é para quem gosta de moda: o talentosíssimo designer britânico Alexander McQueen ganha exposição no Victoria & Albert Museum (Londres), de 14 de março até 19 de julho.

5. A britânica Barbara Hepworth ganha retrospectiva na Tate Britain, em Londres. A escultora pode não ser muito badalada no Brasil, mas é adorada na Inglaterra. A mostra acontece de 24 de junho até 25 Outubro. 


TEATRO:

1. Provavelmente o espetáculo mais badalado do ano vai ser Hamlet, com o ator Benedict Cumberbatch, que acabou de ser indicado para o Oscar de melhor ator. O Sherlock da TV vive o príncipe dinamarquês entre 5 de agosto a 31 de outubro. Imagine a correria que já deve estar acontecendo por um ingresso...


Kristin Scott Thomas vai viver a rainha Elizabeth

2. Mas a minha dica pessoal é assistir Kristin Scott Thomas ("O Paciente Inglês", "Quatro Casamentos e Um Funeral") no Apollo Theatre vivendo a rainha Elizabeth na peça The Audience. Kristin faz sempre muuuuuito sucesso no teatro - público e crítica adoram ela, que deve arrasar.  

3. O musical Bugsy Malone é um dos mais esperados do ano em Londres. Em cartaz de 11 de abril a 1 de agosto no teatro Hammersmith Lyric. 

DANÇA

1 Quem acompanha o blog sabe que eu adoro o Royal Ballet. A companhia, a melhor do Reino Unido, é sempre garantia de um espetáculo de qualidade impecável. Esse ano as produçōes são variadas - como o clássico Lago dos Cisnes, coreografias mais modernas como Four Temperaments e song of the Earth. Minha dica é checar aqui todas as opçōes.  


2.A companhia de Pina Bausch  apresenta pela primeira vez no Reino Unido duas produçōes inéditas : 'On the Mountain a Cry Was Heard' e 'Ahnen'. De 15 a 26 de abril no Sadler's Wells, em Londres. 

DANÇA E CHÁ DA TARDE


Ela é a nova sensação do Royal Ballet. A britânica Francesca Hayward, que está dançando o papel principal do balé Manon nessa temporada, conquistou pública e crítica especializada com sua performance irretocável. Além do virtuosismo técnico, ela já mostra controle de cena, emoção e segurança como se fosse uma veterana. Mas Francesca tem apenas 22 anos -  é ainda uma solista junior (todo corpo de baile tem uma hierarquia, veja mais sobre o assunto aqui), mas já está abocanhando papéis importantes e dando super conta do recado. O jornal The Guardian resumiu com precisão: o que Francesca tem é 'star quality'. Eu e o Mike assistimos a bailarina em Manon há algumas semanas e adoramos ! 


Chá da tarde no Paul Hamlyn Hall no Royal Opera House é maravilhoso !

Se você estiver planejando uma visita à Londres e gosta de balé, não deixe de assistir a algum espetáculo do Royal Ballet - afinal é uma das melhores companhias de balé do mundo ! Outra dica, o chá da tarde no Paul Hamlyn Hall (que fica no prédio do Royal Opera House, onde as apresentaçōes de balé acontecem) é imperdível !

LONDRES: ROYAL ALBERT HALL


No último mês, conheci o Royal Albert Hall, lendária casa de espetáculos de Londres. Inaugurada em 1871, pela rainha Victoria, já foi palco de artistas como Frank Sinatra, Jimi Hendrix, os Beatles, Led Zeppelin, Eric Clapton, Sting e Elton John, entre tantos outros.  Mas o local abriga também apresentaçōes de balé, ópera, cerimônias de premiaçōes de cinema e teatro e até shows de circo !  


Eu, já no meu lugar, antes do início do balé
Eu e Mike assistimos no Albert Hall ao sensacional balé 'Romeo and Juliet', numa produção do English National Ballet - uma das maiores e melhores companhias do Reino Unido (já falei dela aqui). As estrelas do espetáculo foram o cubano Carlos ACosta e a espanhola Tamara Royo. Os dois já dançaram juntos dezenas e dezenas de vezes e têm uma química bárbara juntos. 

Costa é conhecido pelo virtuosismo técnico - seus saltos e piruetas à la Baryshnikov fazem dele um dos melhores bailarinos de sua geração. Tamara Royo, que foi primeira-bailarina do Royal Ballet durante 14 anos, assumiu há dois anos o posto de Diretora artística do English National Ballet.


E vai começar o balet !



Durante o intervalo, no restaurante Elgar, com Jimi Hendrix ao fundo

Antes do balé, jantamos num dos três restaurantes do Albert Hall : o Elgar Room. O restaurante é lindo e recheado de fotos de artistas que se apresentarem no local, como Jimi Hendrix e Nina Simone. 

O bacana desse restaurante é que, se você quiser, eles reservam a mesma mesa para você voltar durante o intervalo e tomar um drink. É claro que topamos ! rs

OPEN HOUSE DO NORTHERN BALLET


Aproximar o público do mundo do ballet. Esse é o objetivo do evento Open House, organizado anualmente pelo Northern Ballet, a maior companhia de dança no norte da Inglaterra. O evento oferece atividades como palestras com bailarinos e coreógrafos, aulas experimentais com membros da companhia e visita aos estúdios de produção de figurinos e cenários. 

Eu assisti a uma aula da companhia - e foi bárbaro ! Durante uma hora e meia e diante de uma platéia de cerca de 150 pessoas, os bailarinos fizeram alongamento, saltos e piruetas - uma rotina diária de exercícios que demonstra a disciplina que a profissão exige. 


Do alto, em sentido horário: a sede do Northern Ballet em Leeds; sapatilhas em exposição e
a aula que assisti com os bailarinos no evento Open House 2014
O evento acontece todos os anos - e a sede do Northern Ballet, em Leeds, fica repleta de gente interessada em aprender mais sobre os bastidores do ballet. No último sábado foi assim: durante cerca de oito horas, o moderno prédio ficou movimentado com gente perdendo a vergonha e fazendo aulas de ballet; outras assistiam os bastidores dos ensaios da nova produção da companhia e a criançada se divertia sendo maquiada por profissionais. 

A companhia oferece uma programação intensa nos próximos meses - Cleopatra, Cinderella e Midsummer's Night Dream são os espetáculos da temporada. Confira datas e locais aqui.

BALLET EM MANCHESTER


Eu e o Mike assistimos essa semana, no Palace Theatre, em Manchester, uma apresentação espetacular do English National Ballet: 'O Corsário". Fiquei encantada não apenas com o talento do corpo de baile, mas também com os cenários e figurinos deslumbrantes criados por Bob Ringwood, londrino com experiência não apenas em espetáculos de dança e ópera, mas também em Hollywood - onde produziu figurinos para filmes como a 'Batman', 'X-Men' 'Alien 3', entre outros, e foi indicado para o Oscar pelo figurino de  'Empire of The Sun", de Spielberg.



O English National Ballet não é por acaso uma das melhores companhias do Reino Unido: o virtuosismo técnico dos bailarinos é impressionante. Lendo o programa, fiquei sabendo que há quatro brasileiros no corpo de baile - a carioca Fernanda Oliveira tem posição de destaque no grupo; é umas das primeiras-bailarinas. A diretora artística é a espanhola Tamara Royo, que foi primeira-bailarina do Royal Ballet durante muitos anos. Como já contei aqui ela está dando fazendo um trabalho super bacana, organizando parcerias do ballet com artistas das áreas da moda e música. 

O enredo do 'O Corsário' é diferente das histórias de outros ballets clássicos - em vez das tradicionais princesas, fadas e castelos, esse espetáculo apresenta piratas, escravos, tesouros escondidos em cavernas, lutas de espadas e navios enfrentando tempestades. Ou seja: é um balé movimentado mas, é claro, com uma linda história de amor. Baseado num poema homônimo de Lord Byron (1814), essa versão de 'O Corsário' tem assinatura de Anna-Maria Homes a partir de coreografia de Marius Petipa. 

Um trailer do espetáculo para quem quiser sentir como foi:



RUSSIAN BALLET NA INGLATERRA


O Russian State Ballet está se apresentando por várias cidades da Inglaterra, dançando, durante 70 dias, os clássicos 'O Lago dos Cisnes', 'Giselle', 'A Bela Adormecida', 'Dom Quixote' e 'O Quebra-Nozes'. É um tour de force, se pensarmos na quantidade de figurinos e cenários que cada espetáculo envolve. A companhia, que foi fundada em 1978, trouxe para a Inglaterra todo o corpo de baile (cerca de 40 componentes) e a orquestra. 



O tour começou aqui em Liverpool, no Empire Theatre, e vai até o final de março.
Eu, claro, não deixei a oportunidade passar: ontem assisti 'A Bela Adormecida' (The Sleeping Beauty) e amanhã vou conferir 'O Lago dos Cisnes' (Swan Lake). O público prestigiou; a casa estava lotada e o espetáculo foi lindo. Quem quiser conferir, a companhia segue agora para Manchester, Bristol e Oxford, entre outras cidades.

ESCOLA QUE FORMA BAILARINOS


Quem acompanha o blog sabe que eu a-do-ro ballet. Sempre assistia as apresentaçōes que aconteciam no Teatro Municipal, no Rio, e faço o mesmo por aqui. Por isso, quando o Mike sugeriu que eu visitasse a escola que forma os bailarinos do Royal Ballet, eu adorei a idéia. Localizada dentro do Richmond Park, perto de Londres, a escola tem 125 alunos-bailarinos  (de 11 a 16 anos)  que estudam em regime de internato (eles estudam e moram lá).  Na escola, os jovens têm aula do currículo regular, como qualquer outro estudante do país, e mais: aulas de ballet ( quatro horas por dia), de música, de coreografia e de diferentes estilo de dança. As refeiçōes são feitas num refeitório (tudo super saudável e nutritivo para aguentar tanta dança e disciplina) e os alunos dividem os quartos. 

Um fato que ache interessante: 50 % dos estudantes são meninos e 50% meninas - eu imaginava que houvesse mais meninas. Mas, segundo a guia, o filme "Billy Elliot" - que conta a estória de um menino que enfrentou preconceito da família e amigos por desejar fazer aulas de ballet - influenciou muitos garotos.  


Da esquerda: uma estátua da bailarina Margot Fonteyn na entrada da escola; Bambis brincam livremente
pela propriedade; a Escola de Ballet


A escola funciona numa linda propriedade chamada White Lodge, que já foi residência da realeza. Como eu disse, essa propriedade fica dentro de um parque, que é belíssimo  - no dia em que fui visitar pude avistar (e tirei essa foto, meio de longe) uma grupo de veados-vermelhos pulando e correndo livremente - que coisa mais fofa ! Segundo a guia da escola, há cerca de 600 no parque !

Feliz da vida ao lado do figurino usado pela maravilhosa
Margot Fonteyn, no Lago dos Cisnes

White Lodge abriga também o Museu do Royal Ballet, com muitas fotos de bailarinos famosos da companhia, como Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev, e figurinos de produçōes famosas. 
Eu adorei esse passeio !


Leia também:

Conheça o Royal Ballet

BALLET O QUEBRA-NOZES EM LIVERPOOL


Eu assisti ontem, aqui em Liverpool,  ao balé 'O Quebra-Nozes'. O espetáculo, com música de Tchaikovsky, teve uma linda montagem do English National Ballet - adorei ! Um clássico para toda a família, conta o sonho que uma menina tem na noite de Natal - uma estória mágica com lutas entre soldados e ratos gigantes. Na platéia, como sempre acontece com esse balé, tinha muitas, mas muitas crianças. O Empire Theatre, onde o balé se apresentou, foi tomado principalmente por meninas - entre 5 e 13 anos; muitas com vestidos rodados parecendo verdadeiras bailarinas. Fofas !


No sentido horário: um close de uma cena do Quebra-Nozes,
o Empire Theatre, em Liverpool e uma foto dos bastidores
da companhia

A companhia é uma das mais importantes do Reino Unido, e sua diretora artística é a espanhola Tamara Royo, que foi primeira-bailarina do Royal Ballet durante muitos anos. Ela está dando uma chacoalhada no grupo, como eu já contei aqui, fazendo parcerias com artistas das áreas da moda e música. Tamara também teve uma idéia bem bacana: além das apresentaçōes, o English National Ballet oferece ao público eventos paralelos - como debates sobre produçōes do espetáculos e oportunidade de acompanhar uma aula que os bailarinos fazem.  Tem dado certo - o público prestigia lotando as apresentaçōes. 





Quem quiser conhecer um pouco mais sobre o English National Ballet e o espetáculo pode checar esse vídeo do YouTube:



PARCERIA ENTRE BALÉ, MODA E MÚSICA


Parcerias inusitadas estão ligando o mundo do balé ao da moda e da música pop na Inglaterra. Em Londres, dançarinos do English National Ballet, uma das mais importantes companhias do país, estrelaram recentemente a nova campanha da designer Vivienne Westwood. A colaboração foi uma idéia de Tamara Rojo, a nova e criativa diretora artística da companhia: "Os dançarinos incorporam dramaticidade e movimento às lindas roupas de Vivienne", disse ela à revista Vogue UK.

E no País de Gales, a banda Pet Shop Boys compôs a trilha musical do balé The Most Incredible Thing, baseado num conto de fadas de Hans Christian Andersen e apresentado pela companhia Sadler's Wells. 

EDIMBURGO: FESTA DE DANÇA



Os números relacionados ao Festival Internacional de Edimburgo são impressionantes: durante as três semanas do evento são apresentados mais de 1.500 espetáculos: são peças de teatro, música, dança, shows de humor, ópera, que atraem cerca de 1 milhão de visitantes à cidade. Eu e o Mike assistimos a duas apresentaçōes do Scottish Ballet, companhia de dança moderna famosa pelo repertório vibrante, criativo e inovador. 

Os bailarinos apresentaram peças curtas e dramáticas (sua especialidade), como Sea of Troubles - que fez uma interpretação original de Hamlet. A companhia privilegia tanto o trabalho de influentes coreógrafos, como o escocês Kenneth MacMillan e o americano GlenTetley, como jovens coreógrafos, como James Cousins e Helen Pickett. A companhia é famosa por querer sempre se aproximar do público e isso aconteceu literalmente na apresentação que nós assistimos: uma das peças foi apresentada no saguão do teatro, com os bailarinos a poucos centímetros do público. Dava para escutar a respiração e sentir o esforço dos bailarinos.



Com tremendo apuro técnica e muita emoção, os bailarinos arrebatam crítica e público. "A Scottish Ballet oferece um visionário mix de estilos numa programação imperdível ", garantiu a jornalista especializada Mary Brennan, no jornal The Herald. Como toda companhia inglesa, o corpo de baile é formado por dançarinos de todas as nacionalidades: além de britânicos, há franceses, americanos, franceses, argentinos e italianos.

LONDRES: ROYAL OPERA HOUSE


Na viagem à Londres que fizemos na semana passada, eu e Mike assistimos a uma apresentação do balé "La Bayadère", com o Royal Ballet (essa foto acima eu tirei no final da apresentação).  O espetáculo, com a brasileira Roberta Marquez no papel principal, foi maravilhoso. O Royal Ballet é a mais importante companhia do Reino Unido e uma das melhores do mundo. 

A sede do Royal Ballet é o Royal Opera House , um prédio belíssimo em Covent Garden. Lá é também a sede do Royal Opera. Fizemos um tour pelo prédio, que abriga, além do teatro onde acontecem os espetáculos, salas onde os bailarinos ensaiam e fazem aulas diárias; galpões que guardam os cenários dos balés e operas; oficinas de produção dos figurinos; restaurantes elegantes para o público e muito mais. Dei uma sorte danada: pude ver o Tiago Soares (bailarino brasileiro  que faz um tremendo sucesso na companhia) ensaiando em uma das salas e esbarramos pelos corredores com Philip Mosley, o dançarino que inspirou o filme e musical Billy Elliot  ! - ele hoje é um dos diretores da companhia de dança.

O prédio atual é a terceira construção do Royal Opera House - as anteriores foram ambas destruídas por incêndios. Cada reconstrução trouxe, é claro, inovaçōes e ampliaçōes que significaram conforto e segurança para o público e muito mais espaço para a produção dos espetáculos. 


Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev: apresentação
no Royal Opera House em 1969


Para lembrar: já fizeram parte do Royal Ballet elenco bailarinos fenomenais como Margot Fonteyn, Rudolf Nureyev e Natalia Makarova. Atualmente, a estrela é o cubano Carlos Costa; o brasileiro Tiago Soares, como eu disse é um dos principals (primeiros-bailarinos). 






Antes do espetáculo, o público se espalha no bar e restaurante no Royal Opera House

O Royal Opera House tem uma programação super intensa de balés, operas e recitais de música clássica. Para vocês terem uma idéia, estão programados para o verão dez diferentes espetáculos de balé e ópera - todo dia tem algum tipo de apresentação.

Para quem adora balé como eu, esses links são muito bacanas:

O primeiro-bailarino Nehemiah Kish fala sobre a produção La Bayadère
 Acompanhando uma aula do Royal Ballet


DUBLIN: ESPETÁCULO DE DANÇA IRLANDESA


Um passeio que eu adorei fazer em Dublin foi assistir a uma apresentação da tradicional dança irlandesa - na qual jovens dançarinos mantêm a tradição do sapateado vigoroso que faz parte da rica tradição cultural do país. As coreografias são para solos e grupos, que podem atingir até mesmo 16 pessoas. A dança irlandesa, que muitos consideram a ' mãe do sapateado americano', é caracterizada por movimentos rápidos dos pés, exigindo incrível agilidade, flexibilidade, coordenação e força dos dançarinos!


                                                            Durante o espetáculo, de 90 minutos, sâo exibidos também trechos de filmes antigos com dançarinos se apresentando nas décadas de 40 e 50 e depoimento de especialistas explicando como as coreografias evoluiram com o passar dos anos. A apresentação aconteceu no pequeno Powerscourt Theatre, que abriga um museu com lindos vestidos e outras peças de vestuário que os dançarinos usam, além de troféus conquistados em competições, fotos antigas e outras relíquias. 

Um bônus extra é que o teatro é localizado no Powerscourt Townhouse, no centro da cidade, um charmoso e pequeno shopping, com galerias de arte, lojas de decoração e restaurantes.